Artigo interessantíssimo escrito por nossa autora Cristina Lasaitis, de Fábulas do Tempo e da Eternidade e Co-organizadora da Fantástica Literatura Queer.

Cris Lasaitis

 parada

É simplesmente prazeroso pensar que uma passeata que começou há pouco mais de 10 anos com 2 mil corajosos hoje arrasta pela cidade um público de milhões. Óbvio que nem metade das pessoas que vão à parada gay é gay de fato. A festa virou uma espécie de carnaval fora de época, vai gente de todas as idades e todas as tribos; casais, famílias, crianças, cachorros; e tem bandeirinhas, perucas, bexigas, muita fantasia e confete.  Dizem que no começo parecia um pouco mais com uma manifestação política, hoje parece muito mais com uma enorme festa – em teoria é um pouco das duas coisas. Tem gente que quer protestar, tem gente que só quer se divertir, tem gente que vai pra paquerar, tem gente que vai pra badernar… claro que uma mistura dessas só pode ferver, e dá-lhe policiamento. 

Pessoalmente, não sou muito fã da parada pelo mesmo motivo que não sou muito fã de carnaval…

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